House 5×05 – Lucky Thirteen

1 novembro, 2008

Primeiramente gostaria de pedir desculpas, pela demora na resenha do episódio 5 desta temporada de House, pois os últimos dias foram muito corridos, trabalhando direto e sem tempo pra sentar e ver um bom filme, ou episódio de nossa série médica favorita.

O que você faria se tivesse pouco tempo de vida? Pediria demissão? Sairia gritando?
Ia pra balada todos dias, usava drogas e bebia descontroladamente? Saia do armário? Se mataria antes que fosse chegada a hora? Para a 13 com certeza algumas dessas hipóteses seriam aplicáveis. Eis que começa a nosso episódio.

A 13 está numa torturante contagem regressiva pois foi diagnosticada uma síndrome incurável, mesmo para House e resolveu chutar o balde, não tem nada a perder, o que vier é lucro. Como podem ler ela foi o foco deste episódio e sinceramente gosto muito quando isso acontece.

Sinceramente não deve ser fácil manter os pés no chão, e alguém que trabalha pro House com certeza não deve ter nenhum deles presos a nada. Enquanto a 13 tentava curar sua ficante a série mostrava que não tem preconceitos (diga-se de uma forma tocante), House estava mais preocupado em saber o que tinha feito Wilson em segredo. Mais uma vez o detetive particular foi convocado pra desvendar o que estava sendo escondido.

Após inúmeros exames, a insistência da 13 e claro a perspicácia de House descobriram que a paciente estava melhor que imaginavam e conseguiram curar. Também merecem  menções honrosas o fato de Foreman descobrir que é um chato e que nem House encontrou nada de realmente interessante que ele tenha feito desde os 17 anos.

O que Wilson estava escondendo, não vou contar, vejam o episódio, posso adiantar só que é algo que vai mexer com a vida de Cuddy.

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Perdidos???

17 julho, 2008

Muito tempo atrás numa terra muito distante, passageiros de um avião caem numa ilha misteriosa cheia de perigos, aventuras e habitantes inóspitos. Mais ou menos assim esta série poderia ser contada para crianças de todas idades, no entanto, não é tão simples assim. Pois descobrimos que nem sempre as coisas são como parecem e nem sempre o bom é sempre bom nem o mau é sempre mau. Nesta temporada vimos personagens irem para o lado negro da força, ficamos com raiva de mocinhos, sentimos pena do outrora egoísta. Vimos de tudo. Mas o que mais impressionou foi como tudo aconteceu.

No início da temporada sabíamos muito pouco e o que sabíamos não fazia sentido, pois Jack e Kate estavam num futuro um com ódio do outro e desesperados por terem de voltar a ilha mesmo que não quisessem, também vimos Hurley conversando com Charlie num manicômio, vimos Sayd matando a mando do Ben, vimos Sun tendo sua filha sozinha. Eles junto com o Aron filho de Claire formavam os famosos Ocean Six.

Mas no último episódio tudo se resolveu descobrimos finalmente quem era o morto no caixão e a cabeça de muita gente explodiu, pois era ninguém menos que o escolhido da ilha, o Locke. Neste último episódio a redenção de Michael foi cumprida pois ele segurou até o fim a explosão da bomba dando tempo para que Jin e outros fugissem, por falar em Jin, pra mim ele não morreu, pois esta deve ser uma razão pra Sun querer voltar na próxima temporada pra ilha.

A morte de Kimi, como um personagem conseguiu despertar tanto ódio em tão pouco tempo. Por falar em ódio o Jack é um egoísta  filho da &*^$#@ pois quando foi pegar pra capar ele nem insinuou em pular do helicóptero, algo que Sawyer nem pensou para fazer. O Ben (nosso odiado e adorado) girou a “roda da fortuna”e a ilha puff desapareceu e ele foi mandado para o futuro. Aliás onde a ilha foi parar e quando foi parar ninguém sabe, isso deve ser o mote da próxima temporada.

Outro fato interessante, mas que quase ninguém comentou, ficou explicado como o Black Rock foi parar no meio da ilha, com certeza não foi o navio que encontrou a ilha e sim a ilha encontrou o navio, pois no passado deve ter tido algum teletransporte e a ilha surgiu exatamente onde estava o navio negreiro.

Pra finalizar o momento mais mother fucker da temporada, o encontro de Penelope Widmore com Brotha, sinceramente foi tocante ver o reencontro desse casal que atravessou anos de separação, mas ela nunca deixou de procurar seu amado, nem ele deixou de ficar pensando nela. O que esperar da quinta temporada? Vou dar a real pois não sei, já que esta temporada com excessão de um ou dois episódios foi excelente. Com certeza respostas virão aos montes, como por exemplo pra onde foi parar e quando foi parar a ilha. Qual a ligação de Charlote com a ilha. Porque Ben precisa de juntar os Ocean Six, e como Lock morreu. Será que ele pode renascer voltando? Quais os poderes de Waaaaaaalt? Cá entre nós ainda há muito mais perguntas e respostas vindas do Reino de Lost. Quem não for teletransportado verá.

Namastê, Faber!!!


Lost – Cabin Fever

18 maio, 2008

O comentário sobre o episódio S04E11 de Lost será escrito a 4 mãos, o Faber decidiu comentar também dessa vez. Demoramos a escrever nossa resenha porque, sempre assistimos os episódios juntos, e só ontem conseguimos ver os episódios 11 e 12.

O S04E11 foi totalmente centrado em John Locke e em como ele estava predestinado, desde o nascimento a ir parar na misteriosa ilha, chamada de “Eyeland”, pelos produtores. Impressionante a vitalidade que Locke possui, sua vontade de viver e de vencer as adversidades, que já manifesta desde quando era bebê.

Locke nasceu prematuramente, sua mãe estava grávida com apenas 6 meses e mesmo assim, ele resistiu. Após conhecer seu pai verdadeiro teve um rim “roubado” e algum tempo depois foi jogado do oitavo andar e conseguiu sobreviver, não bastasse o avião que estava caiu numa ilha perdida e mesmo assim além de sobreviver se recuperou de uma paralisia de forma inexplicável, Ben deu um tiro nele e pouco tempo depois estava de pé pois o tiro acertou o local onde não havia rim.

Se alguém tinha dúvida que ele é o escolhido acho que não resta mais. Impressionante como milagres acontecem em volta do caçador. Da mesma forma que ele é um sobrevivente, ele é um rejeitado: pela mãe, pai, irmãos, na escola. Inclusive pelo próprio Richard “Highlander” Alpert que foi testar o menino aos 5 anos de idade e se assustou com a escolha de Locke, que acabou escolhendo com maior ênfase uma faca, será que ele esperava um cientista, mas encontrou um caçador? Locke na verdade sempre foi criado como pra ser um nerd, mas sua alma era de um explorador.

Outro fato intrigante do episódio foi o Michael mais uma vez com uma arma na cabeça e novamente a arma falha, aí você pára e pensa: será que a ilha novamente interferiu para que o espião de Ben não morresse sem cumprir sua missão? Ou ele teve apenas sorte?

O sonho do Locke nos remete a um filme de Star Trek, no qual capitão Kirk se encontra com capitão Pickard. Neste filme, Jornada nas Estrelas Generations, Kirk fica preso num lapso temporal chamado nexus, onde todos os sonhos se realizam, tudo de bom se realiza mas acontece de uma forma em looping. Da mesma forma que Horace cortava as árvores ad eternum e contou pro Locke onde estava o mapa para encontrar a cabana de Jacob.

Descobrimos, como o médico do cargueiro morreu, mas a pergunta é:afinal, qual a diferença de tempo entre a ilha e o mundo exterior? E mais: o que explicaria essa diferença? As diferentes rotas/coordenadas que levam até à ilha? Afinal, o médico foi jogado ao mar, logicamente seu corpo não seguiu a famosa coordenada 305, aquela rota segura para se entrar na ilha, sem ser afetado pela distorção temporal.

Lembrando-nos das nossas aulas de física no ensino médio, sabemos que o espaço percorrido correspondente à divisão da variação da velocidade e o intervalo de tempo e há também a famosa equação da teoria da relatividade de Einstein: E=mc². Assim, minha indagação é: será que a massa dos corpos/objetos influiria na distorção temporal ilha x mundo exterior? Porque vimos que quando a Regina enviou aquele foguete ao Faraday a diferença de tempo foi de 31 minutos, já o corpo do médico apareceu na praia mais ou menos um dia antes de ter sido assassinado. (?!)

Locke entra na cabana do Pai Jacó, e lá encontra tchanam: Christian Shepard. O pai de Jack diz que não é Jacob (será verdade?) mas que pode falar com ele. Além disso, na cabana também está Claire. Há quem pense que a loirinha morreu naquela explosão na invasão da vila dos outros pelos mercenários do cargueiro e que agora está vagando como fantasma, o que explicaria o súbito interesse do Miles nela no E09. Não sei, mas que ela está muito tranquila para quem abandonou seu filho bebê na selva, no meio de uma invasão armada, isso está, sem falar no sorrisinho enigmático dela. Aí tem.

O episódio termina com Locke dizendo a Ben e Hurley: “Ele (Jacob) quer que movamos a ilha?”

Como assim mover a ilha? Mover fisicamente, ou seja deslocamento no espaço? Ou mover no tempo? Essa movimentação já ocorreu antes e teria o condão de mudar as coordenadas seguras para se entrar e sair da ilha, por isso que Ben diz a Widmore no E10: “você nunca vai encontrá-la?”

Estamos muitos curiosos e ansiosos para ver a Estação Orquídea e para saber como a ilha será movida e quais serão as conseqüência disso. Só nos resta esperar a Season Finale. Até lá.

Lila e Faber