Perdidos???

17 julho, 2008

Muito tempo atrás numa terra muito distante, passageiros de um avião caem numa ilha misteriosa cheia de perigos, aventuras e habitantes inóspitos. Mais ou menos assim esta série poderia ser contada para crianças de todas idades, no entanto, não é tão simples assim. Pois descobrimos que nem sempre as coisas são como parecem e nem sempre o bom é sempre bom nem o mau é sempre mau. Nesta temporada vimos personagens irem para o lado negro da força, ficamos com raiva de mocinhos, sentimos pena do outrora egoísta. Vimos de tudo. Mas o que mais impressionou foi como tudo aconteceu.

No início da temporada sabíamos muito pouco e o que sabíamos não fazia sentido, pois Jack e Kate estavam num futuro um com ódio do outro e desesperados por terem de voltar a ilha mesmo que não quisessem, também vimos Hurley conversando com Charlie num manicômio, vimos Sayd matando a mando do Ben, vimos Sun tendo sua filha sozinha. Eles junto com o Aron filho de Claire formavam os famosos Ocean Six.

Mas no último episódio tudo se resolveu descobrimos finalmente quem era o morto no caixão e a cabeça de muita gente explodiu, pois era ninguém menos que o escolhido da ilha, o Locke. Neste último episódio a redenção de Michael foi cumprida pois ele segurou até o fim a explosão da bomba dando tempo para que Jin e outros fugissem, por falar em Jin, pra mim ele não morreu, pois esta deve ser uma razão pra Sun querer voltar na próxima temporada pra ilha.

A morte de Kimi, como um personagem conseguiu despertar tanto ódio em tão pouco tempo. Por falar em ódio o Jack é um egoísta  filho da &*^$#@ pois quando foi pegar pra capar ele nem insinuou em pular do helicóptero, algo que Sawyer nem pensou para fazer. O Ben (nosso odiado e adorado) girou a “roda da fortuna”e a ilha puff desapareceu e ele foi mandado para o futuro. Aliás onde a ilha foi parar e quando foi parar ninguém sabe, isso deve ser o mote da próxima temporada.

Outro fato interessante, mas que quase ninguém comentou, ficou explicado como o Black Rock foi parar no meio da ilha, com certeza não foi o navio que encontrou a ilha e sim a ilha encontrou o navio, pois no passado deve ter tido algum teletransporte e a ilha surgiu exatamente onde estava o navio negreiro.

Pra finalizar o momento mais mother fucker da temporada, o encontro de Penelope Widmore com Brotha, sinceramente foi tocante ver o reencontro desse casal que atravessou anos de separação, mas ela nunca deixou de procurar seu amado, nem ele deixou de ficar pensando nela. O que esperar da quinta temporada? Vou dar a real pois não sei, já que esta temporada com excessão de um ou dois episódios foi excelente. Com certeza respostas virão aos montes, como por exemplo pra onde foi parar e quando foi parar a ilha. Qual a ligação de Charlote com a ilha. Porque Ben precisa de juntar os Ocean Six, e como Lock morreu. Será que ele pode renascer voltando? Quais os poderes de Waaaaaaalt? Cá entre nós ainda há muito mais perguntas e respostas vindas do Reino de Lost. Quem não for teletransportado verá.

Namastê, Faber!!!

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Lost – Cabin Fever

18 maio, 2008

O comentário sobre o episódio S04E11 de Lost será escrito a 4 mãos, o Faber decidiu comentar também dessa vez. Demoramos a escrever nossa resenha porque, sempre assistimos os episódios juntos, e só ontem conseguimos ver os episódios 11 e 12.

O S04E11 foi totalmente centrado em John Locke e em como ele estava predestinado, desde o nascimento a ir parar na misteriosa ilha, chamada de “Eyeland”, pelos produtores. Impressionante a vitalidade que Locke possui, sua vontade de viver e de vencer as adversidades, que já manifesta desde quando era bebê.

Locke nasceu prematuramente, sua mãe estava grávida com apenas 6 meses e mesmo assim, ele resistiu. Após conhecer seu pai verdadeiro teve um rim “roubado” e algum tempo depois foi jogado do oitavo andar e conseguiu sobreviver, não bastasse o avião que estava caiu numa ilha perdida e mesmo assim além de sobreviver se recuperou de uma paralisia de forma inexplicável, Ben deu um tiro nele e pouco tempo depois estava de pé pois o tiro acertou o local onde não havia rim.

Se alguém tinha dúvida que ele é o escolhido acho que não resta mais. Impressionante como milagres acontecem em volta do caçador. Da mesma forma que ele é um sobrevivente, ele é um rejeitado: pela mãe, pai, irmãos, na escola. Inclusive pelo próprio Richard “Highlander” Alpert que foi testar o menino aos 5 anos de idade e se assustou com a escolha de Locke, que acabou escolhendo com maior ênfase uma faca, será que ele esperava um cientista, mas encontrou um caçador? Locke na verdade sempre foi criado como pra ser um nerd, mas sua alma era de um explorador.

Outro fato intrigante do episódio foi o Michael mais uma vez com uma arma na cabeça e novamente a arma falha, aí você pára e pensa: será que a ilha novamente interferiu para que o espião de Ben não morresse sem cumprir sua missão? Ou ele teve apenas sorte?

O sonho do Locke nos remete a um filme de Star Trek, no qual capitão Kirk se encontra com capitão Pickard. Neste filme, Jornada nas Estrelas Generations, Kirk fica preso num lapso temporal chamado nexus, onde todos os sonhos se realizam, tudo de bom se realiza mas acontece de uma forma em looping. Da mesma forma que Horace cortava as árvores ad eternum e contou pro Locke onde estava o mapa para encontrar a cabana de Jacob.

Descobrimos, como o médico do cargueiro morreu, mas a pergunta é:afinal, qual a diferença de tempo entre a ilha e o mundo exterior? E mais: o que explicaria essa diferença? As diferentes rotas/coordenadas que levam até à ilha? Afinal, o médico foi jogado ao mar, logicamente seu corpo não seguiu a famosa coordenada 305, aquela rota segura para se entrar na ilha, sem ser afetado pela distorção temporal.

Lembrando-nos das nossas aulas de física no ensino médio, sabemos que o espaço percorrido correspondente à divisão da variação da velocidade e o intervalo de tempo e há também a famosa equação da teoria da relatividade de Einstein: E=mc². Assim, minha indagação é: será que a massa dos corpos/objetos influiria na distorção temporal ilha x mundo exterior? Porque vimos que quando a Regina enviou aquele foguete ao Faraday a diferença de tempo foi de 31 minutos, já o corpo do médico apareceu na praia mais ou menos um dia antes de ter sido assassinado. (?!)

Locke entra na cabana do Pai Jacó, e lá encontra tchanam: Christian Shepard. O pai de Jack diz que não é Jacob (será verdade?) mas que pode falar com ele. Além disso, na cabana também está Claire. Há quem pense que a loirinha morreu naquela explosão na invasão da vila dos outros pelos mercenários do cargueiro e que agora está vagando como fantasma, o que explicaria o súbito interesse do Miles nela no E09. Não sei, mas que ela está muito tranquila para quem abandonou seu filho bebê na selva, no meio de uma invasão armada, isso está, sem falar no sorrisinho enigmático dela. Aí tem.

O episódio termina com Locke dizendo a Ben e Hurley: “Ele (Jacob) quer que movamos a ilha?”

Como assim mover a ilha? Mover fisicamente, ou seja deslocamento no espaço? Ou mover no tempo? Essa movimentação já ocorreu antes e teria o condão de mudar as coordenadas seguras para se entrar e sair da ilha, por isso que Ben diz a Widmore no E10: “você nunca vai encontrá-la?”

Estamos muitos curiosos e ansiosos para ver a Estação Orquídea e para saber como a ilha será movida e quais serão as conseqüência disso. Só nos resta esperar a Season Finale. Até lá.

Lila e Faber


Lost: Something nice back home [S04E10]

8 maio, 2008

Lost, Lost, Lost. Esse é nosso grito de guerra toda quinta e sexta feira. A ansiedade começa na quinta, quando o Paul Torrent nos envia o episódio, que assistimos legendado na sexta.
Discordo de quem disse, que este foi um episódio para mulherzinha e que foi o pior da temporada, discordo também de quem diz que o Eggtown foi o pior.

Para mim, o pior foi o da Juliet, The other woman, flashbacks desnecessários sobre Juliet, Ben e Goodwin. Só se salvou mesmo, como sempre, a atuação do Ben, quando mostra a Juliet o corpo de seu amante. Nem a descoberta da estação Tempest me empolgou, fora o clichezão de o Faraday só conseguir neutralizar o gás no último segundo, AFF.
Vamos às minhas considerações sobre o Something nice back home:

1) Foi um episódio sobre relacionamentos, Juliet, Jack e Kate no melhor estilo do poema de Drummond: Juliet que ama Jack, Jack que ama Kate, Kate que ama Jack e Saywer (espertaaaa hehe), ainda tivemos Sun e Jin, o amor platônico de Charlotte e Faraday e até a volta do nosso casal codjuvante favorito Rose e Bernard.

2) Rose levantou uma bola muita boa quando diz a Bernard: “Por que o Jack ficou doente?” Afinal, como ela mesmo disse, ali as pessoas não ficam doentes, na Ilha, elas se curam. Bem, como não leio spoilers, só posso supor que a Ilha seria um organismo vivo, que teria, por assim dizer uma espécie de “consciência”, de “vontade própria”. Porque, se ali as pessoas se curam, qual seria a origem do tumor do Ben? A ilha quis que ele ficasse doente, foi uma punição por algo errado que fez, que estava fazendo naquele momento?

3) E a Charlotte, hein? Fala coreano, quem diria. Há aí algum indício de relação com o Mr. Paik, o pai da Sun? Espero que sim, seria muito legal se o mafioso coreano tivesse alguma ligação com o Widmore e essa história toda da Dharma.

4) Após o flashfuture do Ben, em que soubemos que se passava em outubro de 2005, também no flashfoward de Jack temos pistas sobre a época no futuro, pela notícia no jornal, tudo indica que se trata de agosto de 2007. Como cheguei a essa data? Acessem o blog parceiro “Teorias Lost” e comprovem.

5) Sim, já sabíamos que Jack, em seus relacionamentos amorosos é ciumento, possessivo e inseguro, O que não sabíamos, como bem disse o Carlos Alexandre do blog Lost in Lost no seu “Podcast 61”. O que não sabíamos era que Kate e Jack estariam, aparentemente, pouco tempo depois de Eggtown, quase casados. Eu, sinceramente, me supreendi, achei que só veria isso no final da série.

Infelizmente, a felicidade dura pouco, pois o alcoolismo, a desconfiança e o ciúme possessivo de Jack acabam por levar a relação ao fim. Inclusive, é mais um bom motivo para que Kate não queira, no final da 3ª temporada, voltar com Jack para a Ilha, além da condicional, de não poder sair do estado e consequentemente dos EUA, por 10 anos e correr o risco de perder o Aaron, a reação dela é do tipo “não vou a lugar nenhum com você”, coisa de gente magoada.

6) Que ar sombrio na visita de Jack a Hurley. O Dude está muito deprimido e se recusa a tomar remédios. Agora sabemos que ele mantém contato direto com Charlie e diz a Jack que Charlie teria um recado; “você não deve criá-lo.” É, Jack, não adianta mentir, nem tentar se enganar, você sabe e nós também sabemos que Charlie estava falando de Aaron. Essa questão leva-nos ao papel de pai para Jack, sabemos que ele teve muitos conflitos com o pai desde criança, como mostrado em um flashback da 1ª temporada.

Parece-me que tinham visões de vida, valores e princípios diferentes. A questão do alcoolismo, da dependência química, não tenho base científica para afirmar isso, mas parece-me que tem um fator genético muito forte, já vi vários filhos de alcóolatras, que apesar da doença dos pais e mesmo a princípio repudiando o álcool, acabam também se enveredando nesse ou em outros vícios, infelizmente.

7) Acho muito engraçado o modo como alguns fãs de Lost reagem aos episódios por eles considerados fracos. No final da 3ª temporada, todo muito ficou espantado com aquele Jack barburo, alcóolatra, suicida e todos queriam saber como ele chegou a esse ponto. Mas parece que para esses fãs, cada novo mistério apaga o anterior. Ora, pessoas, queríamos respostas e elas estão aparecendo, uma por uma.

Imaginem um cara, um homem da ciência. que tem fortes conflitos com o pai, perfeccionista, extramentemente controlador, inseguro em relacionamentos, receoso se saberia constituir uma família e cuidar bem dela, afinal já teve um casamento fracassado, inseguro se seria um bom pai, tendo de conviver com tudo isso e ainda ter, periodicamente, visões do pai morto, como se vivo estivesse. É de pirar qualquer um.

8] Acho que o fato de o Jack considerar-se um homem da ciência o impede de procurar um terapeuta ou um psiquiatra. Afinal, ele é um médico, um excelente cirurgião, ele não quer ser considerado um louco, um cara que sofre alucinações, e a sua falta de fé o impede de aceitar qualquer fenômeno extra-físico, para ele é impossível que esteja vendo o espírito do pai, que este o esteja querendo dar algum recado.

9) O pai de Jack aparece para este no hospital. E após essa visão, assutado e nervoso, Jack pede para que a amiga médica lhe receite um remédio. Aí, Jack chega em casa, e vê a Kate desligando rapidamente o telefone, numa atitude meio suspeita. Por falar em Kate, ótima a observação de Camila Saccomori do “Blog Fora de Série” do Jornal Zero Hora, que pose de grávida é essa hein, Kate?
Ou será só pegadinha dos produtores de Lost?

Voltando a Jack, o medo de ser traído o apavora, ele faz a maior besteira que podia fazer, toma logo de uma vez 2 comprimidos do sedativo junto com cerveja. Começa aí a dependência química do Jack, e é também o início de sua atitude suicida que culmina no Jack barbudo, desesperado e autodestrutivo que vimos em”Through the Looking Glass.”.

10) A aparição do Christian Shepard no hospital foi sinistra. Porém apesar do detector de fumaça apitando, não acredito ter sido fruto de uma incursão do monstro de fumaça, não acho que ele atue fora da Ilha. Mas posso estar enganada. Até porque o Christian foi visto na cabana do Jacob, sentado na cadeira de balanço, o que foi muito, muito sinistro. No mínimo ele e o Jacob são amigões de longa data 🙂 e não descarto a hipótese do Christian ser o próprio Jacob, vai saber.

Aliás o fantasma do Christian parece ser uma manifestação bem física, um materialização, vide o modo como ele segura o neto, o bebê Aaron, ao final do episódio, essa foi a cena que mais me arrepiei e acredito que a maioria dos espectadores também.
Enfim, essa é minha análise sobre o E10. Aguardando ansiosamente pelo próximo, Cabin Fever.

Namastê,

Lila


Lost: atendendo a pedidos

8 maio, 2008

Meu próximo post será sobre Lost. Eu nem ia escrever sobre o E10 mas um comentário no blog me deu incentivo para isso. Por isso, amigos visitantes, fica-a-dica, comentem, não vou dizer que seu comentário é nosso salário, porque não ganhamos nada $ com o blog… ainda ;).
Mas comentários são gratificantes, revitalizantes, são nosso incentivo. Saber que tem pessoas lendo e gostando do nosso blogzinho, que começamos a menos de um mês é TDO (tudo de ótimo).
Ah, mil desculpas se às vezes dá erro na hora de postar os comentários, mas peço, por favor, que insistam, adoramos saber o que vocês estão achando.
Obrigada pelas visitas e bem vindos novos leitores.


Lost: The Shape of Things to Come [S04E09]

5 maio, 2008

Para quem acompanha o seriado junto com a exibição nos EUA, pela AVI Channel ou é amigo de Paul Torrent.

A série favorita de todos os nerds voltou e voltou com força total. S-e-n-s-ac-i-o-n-a-l!!! Esse é um dos adjetivos que podem ser usados para descrever o S04E09 ( 9º episódio da 4ª temporada) de Loooooost. Outros seriam: excelente, estupendo, surpreendente.

O epi teve de tudo: ação, morte, monstro de fumaça na versão força master-baster máxima megaboga total shape, Benjamin Linus falhando pela 1ª vez, Ben chocado e chorando, demonstrando que debaixo de toda a sua frieza e segurança, ali dentro, no fundo, também bate um coração :o.

Se em episódios em que está somente em plano de fundo Ben já rouba a cena, como, no “The Benning of the end” em que diz: “Jack, com sua permissão, posso ir com ele (Locke)?” ou quando, em outro epi, Locke oferece chá gelado pra Saiyd e Ben levanta a mão e diz: “eu quero”, e sua cara de sede é impagável, em episódios centrados nele, o cara merece Emmy, Oscar, Bafta e até Grammy :).

Vou abandonar meus modos de boa moça para afirmar: Michael Emerson is “the man” “the boss’, “the bad ass”, “the fucking bastard son of the bitch motherfuck”, ele é O CARA.

Nunca um vilão foi tão humano, tão odiado e ao mesmo tempo amado, tão misterioso e enigmático e tão aceito pelo público. Apesar de suas ações dignos de Richelieu ou Maquiavel “os fins justificam os meios”, ele dá a impressão de estar agindo sob um propósito maior e o lema dessa 4ª temporada cai como uma luva para Ben “defend the island or die” ele com certeza morreria pela ilha, inclusive um erro de cálculo o fez responsável, (in)diretamente, pela morte da filha.

Vamos ao meu resumo comentado do episódio:
Sobre o início do episódio, duas considerações, os soldados mercenários do cargueiro tem uma ótima pontaria, mas erram todos os tiros em Sawyer? E como a Claire sobrevive a uma explosão? Ok, licença cinematográfica… vamos em frente.

Intrigante o que Ben diz após assistir a morte cruel de sua filha: “ele (Widmore) mudou as regras”. Que regras seriam essas? Seria um espécie de pacto, um código de honra, em que um dos seus termos seria “família não, nos comprometemos a não envolver família nessa guerra”?

Seguindo: Ben entra por uma porta e começa o flashwhatever.
No flash o vemos na Tunísia com um casacão de frio e saindo fumaça como se estivesse descongelando(?), depois luta com dois beduínos, escapando no cavalo de um deles, então vai a um hotel onde é cliente preferencial e pergunta a recepcionista que dia é aquele, ela fala o dia e o mês e ele pergunta de que ano? 2005. Descobrimos se tratar de um flashfoward, que prefiro chamar de flashfuture. Então vemos pela tv Saiyd dizendo que “só quer enterrar sua esposa”. Ben viaja para o Iraque para acompanhar o enterro de Nadia.

Minhas indagações;
1) Como Ben sai da ilha e aparece no meio do deserto da Tunísia com um casacão de frio e “descongelando”? Meu palpite é que ele de alguma forma conseguiu se deslocar no espaço, seria uma espécie de teletransporte e como sabemos viajar no tempo tem efeitos térmicos, vide o filme “De volta para o futuro” 😛

2) Há portais dimensionais interligando lugares no planeta? É sabido que há lugares na Terra com estranhas propriedades como o Triângulo das Bermudas, e há teorias conspiratórias que indicaram que lugares “especiais” estariam interligados como Machu Picchu, São Tomé das Letras etc. Seria a Tunísia um desses portais?
Mais sobre esse assunto no podcast Radar Pop 41.

3) Pondo pimenta e um pouco de “credibilidade” no palpite 2, há uma teoria no blog Dude we are lost
” a hipótese do sanduíche”.

4) Ben controla o Lostzila? O que é ele afinal? Sua explicação estaria nas propriedades eletromagnéticas da ilha?

5) Agora sabemos como Ben recrutou Saiyd para ser matador. Mas quando será que Saiyd errou ao agir com o coração ao invés da arma, como Ben disse ao final do S04E03, “The Economist”? Será que foi quando Saiyd dedurou Michael no navio? Ou será que é algo relacionado a Penny, já que Ben diz a Widmore que vai matá-la? Será que por causa da amizade com Desmond, Saiyd “falha” ao não matar Penny?

6) E se Ben não pode matar Widmore, porque este é sua constante?

“Widmore: Eu me perguntava quando iria aparecer. Vejo que tem pegado mais sol.

Ben: O Iraque é adorável nesta época do ano. Quando começou a dormir com uma garrafa de uísque perto da cama?

Widmore: Quando os pesadelos começaram. Veio para me matar, Benjamin?

– Ambos sabemos que não posso fazer isso”.

Ben afirma a Widmore que irá matar Penny. Isso me deixa muito apreensiva, afinal Penny e Desmond é o casal mais legal de Lost.

Enfim concordo com o que escreveu o Bruno Carvalho do Ligado em Série: “Toda vez que os produtores e roteiristas de LOST querem nos surpreender, eles não o fazem dando respostas para os mistérios da ilha: eles mudam as perguntas que tínhamos”.

E é isso que mais me fascina em Lost, é o jogo de perguntas e respostas, hipóteses e teorias que fundem as cabeças dos fãs e nos deixa ávidos por novos episódios e novos mistérios. Pena que isso tudo termina em 2.010.

Mas tenho esperanças que alguém ainda lance uma série tão espetacular quanto Lost, é esperar pra ver.

Lila