TPC: tensão pré concurso

24 setembro, 2008

Estou à beira de um ataque. Tenho prova de concurso domingo. E só consigo pensar o quanto ainda tem coisa pra estudar ( o edital era enorme), que ainda tem coisas que quero revisar, que não estudei o suficiente. Estou muito irritável e sem paciência. Tensa, com insônia e dormindo mal.

E para piorar sou do tipo que costuma descarregar tensões emocionais na comida. Tenho comido muito e estou com uma vontade incontrolável de comer doce, sorvete, chocolate. E um sorvete cai muito bem, já que aqui em Brasília costuma fazer, em torno 32°C todo dia, com umidade relativa do ar ficando em torno dos 14% ! (Acredite)

Nem precisa dizer que não consegui estudar direito por causa das condições climáticas, me dava dor de cabeça, cansaço, indisposição. Tô acostumada a altas temperatura, o problema é a secura, ventilador ligado o dia todo, muita água e nada resolve. Mas quem disse que na minha cabeça isso é uma explicação plausível? Não, minha mente – que gosta de me boicotar, fala que isso é desculpa.

E vida de concurseira é assim, já estou pensando nos próximos concursos e cursinhos. Ajudaria muito se eu me cobrasse menos, mas quem disse que isso é fácil? Tento racionalizar que estou fazendo o possível, mas lá vem aquela maldita culpa me perseguindo. Nos dias que estudo pouco (umas duas horas) sempre fico culpada. Se estudo só à tarde, me penitencio por não ter estudado à noite.

Culpa é uma coisa bem feminina né? Nós sentimos culpadas por tudo: se engordamos 200g, se aparece uma espinha no nariz, se o filho apronta alguma, se nosso corpo não é igual ao das capas de revista (mesmo sabendo que há muito photoshop e que não podemos malhar 3 horas por dia), se brigamos com o namorado/marido,  se existe o fenômeno do aquecimento global…

Não sei se tem a ver com uma culpa inconsciente pelo tal do mito do pecado original que jogaram em nossas costas, o fato é que parece que carregamos em nossas testas: Mulher=culpada.

Lila


Pílulas Olímpicas (4)

18 agosto, 2008

– Antes de mais nada a nota triste do dia, o que aconteceu com a Fabiana Murer foi uma vergonha, uma sacanagem pois com certeza ela lutaria por medalha, queria ver se fosse com uma atleta russa ou americana com certeza seria diferente o tratamento dado.  Não há de ser nada, para os brasileiros coerentes ela é uma vencedora.

– Agora as boas notícias sobre as mulheres brasileiras, pois hoje foi a vez de Fernanda Oliveira e Isabel Swan na categoria 470 da vela a conquistaram o inédito bronze na categoria.

– Mas não só de bronze vivem as atletas brasileiras em Pequim, a seleção feminina de futebol deu um show, de virada e com muita classe detonou a seleção alemã a grande favorita para o ouro. E já garantiram pelo menos a prata, mas acho que tem tudo pra darem o troco nas americanas e trazerem o ouro.

– Semi final brasileira no voley de praia masculino, ou seja mais medalha garantida, e cá entre nós podem ser duas logo, pois uma dupla vai lutar pelo ouro a outra pelo bronze.


História do Dia das Mães*

11 maio, 2008

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.

À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe como festividade nacional. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos.

Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães

Para resumir a história, a sra. Jarvis e os seus apoiadores começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe nacional. A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

* Fonte: http://www.mensagensvirtuais.com.br

Lila


Moda para gente como a gente?

7 maio, 2008

E a edição on line da revista Cláudia, resolveu num ato de “bondade” extrema, apresentar moda para “gente como a gente”.
Mas será que só sou eu, ou mais alguém acha que a maioria das roupas desse ensaio aparenta engordar e não emagrecer?
Não sou nenhuma expert em moda, mas na minha humilde opinião, cinto chama muita atenção para cintura, o que não deve ser indicado para quem veste um manequim 44/46.
Enfim, confiram o ensaio, e vejam por si mesmas:

Moda chique e sexy para gente como a gente, que veste 44 e 46

Lila