A moda da água mineral

27 outubro, 2008

Estou às voltas de outro concurso. Parece que resolveram agendar para 2008 e 2009 todos os concursos que não fizeram desde o governo Éfe Agá. Mas não vou nem reclamar, vai que o direita ganhe de novo em 2010 (toc toc toc bate na madeira) e o Brasil fique mais 10 anos sem concursos. Gostaria de postar conteúdo próprio, mas agora não dá, a prova é domingo. Talvez no sábado, escreva alguma coisa para desanuviar. Deixo aqui um texto que estava na prova do TRT – GO. A situaçao da progressiva escassez de água potável e da destinação do lixo são questões que me preocupam muito.

A guerra contra a água mineral

O novo vilão não é o líquido, mas o plástico das embalagens

A água mineral é hoje associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar. As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessório dos esportistas, e, em casa, muita gente nem pensa em tomar o líquido que sai da torneira – compra água em garrafas ou galões. Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145% – e passou a ocupar um lugar de destaque nas preocupações de muitos ambientalistas. O foco não está exatamente na água, mas na embalagem.

A fabricação das garrafas plásticas usadas pela maioria das marcas é um processo industrial que provoca grande quantidade de gases que agravam o efeito estufa. Ao serem descartadas, elas produzem montanhas de lixo que nem sempre é reciclado. Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas de conscientização para esclarecer que, nas cidades em que a água canalizada é bem tratada, o líquido que sai das torneiras em nada se diferencia da água em garrafas. (grifo meu) Organizações européias e americanas até estimulam as pessoas a escrever a seus restaurantes favoritos pedindo que suspendam a venda de água mineral e, dessa forma, contribuam com a preservação do planeta.

As campanhas têm dado resultado nos lugares onde a preocupação ambiental já ganhou a adesão das multidões e os moradores confiam na água encanada. A partir do próximo sábado, os órgãos públicos de São Francisco, nos Estados Unidos, estarão proibidos de comprar água mineral para seus funcionários. Outras grandes cidades americanas, como Los Angeles e Salt Lake City, já adotaram a mesma medida. Apenas nos Estados Unidos, os processos de fabricação e reciclagem das garrafas plásticas consumiram 17 milhões de barris de petróleo em 2006. Esses processos produziram estimados 2,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa, poluição equivalente à de 455.000 carros rodando normalmente durante um ano. O dano é multiplicado por três quando se consideram as emissões provocadas pelo transporte e refrigeração das garrafas.

O problema comprovado e imediato causado pelas embalagens de água é o espaço que elas ocupam ao ser descartadas. Só no Brasil, que recicla menos da metade das garrafas PET que produz, mais de 4 bilhões delas viram lixo todos os anos. Como demoram pelo menos 100 anos para se degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente. Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água que pode ser foco de doenças, como a dengue.

A maioria dos ambientalistas reconhece, evidentemente, que no Terceiro Mundo, com vastas regiões nas quais não é recomendável consumir água diretamente da torneira, quem tem poder aquisitivo para comprar água mineral precisa fazê-lo por uma questão de segurança. De acordo com um relatório da ONU divulgado recentemente, 170 crianças morrem por hora no planeta devido a doenças decorrentes do consumo de água imprópria.

Um estudo apresentado neste ano na Royal Geographical Society, na Inglaterra, chamou atenção para o fato de que a contaminação da água potável por arsênio em inúmeros países, principalmente na Ásia e na África, poderá aumentar consideravelmente os casos de câncer nos próximos anos. Assim, ao comprar água mineral nesses países, não se tem segurança de estar consumindo um produto saudável.


Segundo os médicos, a quantidade de minerais contida tanto nas águas de nascentes e aqüíferos quanto nas purificadas é muito pequena para torná-las mais saudáveis do que a água da torneira. Diz o fisiologista Paulo Zogaib, professor de medicina esportiva da Universidade Federal de São Paulo: “Não há pesquisas científicas que comprovem que essas águas são melhores para a saúde. O importante é manter o corpo hidratado com água de procedência segura”.

Rafael Corrêa e Vanessa Vieira

Links

Uma garrafa d’água por favor

Água engarrafada

Não tem água mineral! Somente Côco!

Garçom, água da torneira por favor

Starbucks e o imenso desperdício de água

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Caso Eloá, machismo e a imprensa brasileira

19 outubro, 2008

No vídeo acima, o promotor de justiça do caso Eloah afirma que a imprensa interferiu nas negociações com o sequestrador. Não podemos deixar passar de novo. Não sou da área de comunicação, sou bacharel em Direito, mas mesmo assim vou meter o bedelho.

Vamos contextualizar a situação: sabemos que saímos de uma ditadura há pouco – 20 anos não é nada em termos de História – e nossa atual Constituição (que garante liberdade de expressão) acaba de completar 20 anos de sua promulgação.  Digo isso porque qualquer tentativa de controle dos abusos cometidos pela Mídia acaba sendo tratado como censura. Reparem que o promotor é muito educado e cuidadoso ao expor seu ponto de vista, para evitar ser acusado de querer censurar ou interferir no trabalho da imprensa.

Vivemos uma situação em que “jornalistas” e “apresentadores” podem assumir para si, sem autorização de ninguém, o papel de negociadores em um sequestro e em que um promotor de justiça não se sente confortável em falar, com todas as letras, para a imprensa: vocês erraram! Porque é claro, a correta, perfeita, ética, suprema e infalível imprensa brasileira não erra. Nunca, jamais!

A imprensa pode difamar, caluniar, injuriar, transmitir informações falsas, manipuladas e incorretas, mesmo assim ela não erra nunca, e se por um acaso divino vierem a errar (imagine, que absurdo!), não admitem, não se retratam e nem pedem desculpas espontaneamente jamais, mesmo que reféns sejam feridas e mortas. É preciso fazer os profissionais da imprensa entenderem que, em um Estado Democrático, eles NÃO tem o direito a nada disso.

É preciso urgentemente debater o papel e o limites da imprensa no Brasil. Não podemos mais tolerar se faça sensacionalismo quando vidas humanas correm risco de vida ou quando homicídios foram cometidos, como na recente cobertura do caso Nardoni.

Esse vídeo abaixo demonstra a que ponto chega a … (insira palavrão aqui) da  mídia brasileira, foi produzido antes dos tiros e mostra um “jornalista” querendo negociar com o sequestrador, sem nenhum preparo ou autorização para isso:

Destaco trechos:

“Nossa preocupação é com você… Fica tranquilo, filho… A gente põe no ar o que vc quiser”. Ah, claro, duas reféns, um criminoso armado com DUAS ARMAS e UM SACO CHEIO DE BALAS, e a preocupação da polícia e da imprensa é com o bem estar do bandido? Ele até manda na imprensa, “a gente põe no ar o que você quiser”.

“A gente confia em você… Sabe que você é um rapaz de bem…” Claro que ele é um rapaz de bem, de boa índole… Sem palavras para dizer o quanto fico indignada com toda essa situação.  O machismo ainda impera. E nas reportagens sempre há um psicologo ou psiquiatra HOMEM, é claro, justificando essas ações criminosas como fruto da paixão. Só sei que: 1º mulheres raramente cometem os chamadoscrimes passionais” – que é somente um eufenismo para homicídio de mulheres que ousam dizer NÃO a seus ex-qualquer coisa. 2º Se uma  mulher, apaixonada, simplesmente pedir para reatar, nunca é tratada com condescendência, ela é logo taxada de neurótica, histérica, louca, mal amada, possessiva, ciumenta, vingativa, etc. Só que Glenn Close em Atração Fatal quase que só existe no cinema mesmo, já homens matando suas amadas existem aos milhares. Quem ama não mata!!!

Sonia Abrão: “esse caso está prestes a chegar em desfecho, ele só quer a presença da imprensa, principalmente das emissoras de televisão.” Parte da mídia continua tratando bandidos como pop stars, com direito à entrevista ao vivo e tudo. Vale tudo na guerra por alguns míseros pontinhos no famigerado ibope. Enquanto a mídia deitava e rolava em ligações para o criminoso, o promotor afirma que o telefone de contato com ele só estava ocupado.

Convidado da Sonia Abrão: “Espero que ele possa futuramente se casar com ela.” A vítima se casando com seu algoz, que, à aquela altura, apontou uma arma para a cabeça dela. E a Sonia Abrão fala: “unhum! Certo”. Certo ?! Que mulher é essa? Que jornalista é essa que não contesta o absurdo dessa afirmação?! Voltamos a 1940 quando pelo Código Penal, se a mulher, vítima de abuso sexual se casasse com o algoz, ou qualquer outro homem, a pena era extinta?

Outra prova de machismo, foi a polícia ter ordenado que Nayara voltasse ao cativeiro. Afinal, a vida das mulheres é descartável, principalmente se forem jovens e bonitas. E não me venha com essa que “a família autorizou”, a família não tinha poder nenhum para por em risco a vida da adolescente. Muito pelo contrário, a família, as autoridades e a sociedade tem é que educar e proteger esse ser em desenvolvimento e formação, que é o adolescente. Cuspiram na Constituição, no Estatuto da Criança e do Adolescente,  no Código Civil, no poder familiar (antigo pátrio poder), na inteligência, na Ética e no bom senso.

E a polícia e o (des)governador José Serra, o Vampiro Brasileiro – o comando da polícia é estadual, para quem não sabe – foram simplesmente amadores, omissos, incompetentes e irresponsáveis. E é óbvio, que o mídia serrista não vai questionar o desgovernador por essa mais esta tragédia sob a égide de seu (des)governo.

Ressalto que fiquei sabendo desses absurdos pela internet, pelo site Querido leitor, eu já boicoto a televisão e a grande mídia faz muito tempo, boicote você também! Quem sabe se eles perderem uma parte significativa de sua audiência, comecem a atuar com Ética.

Mais sobre caso Eloah aqui: Cynthia Semíramis, Escreva Lola Escreva, Mafalda Crescida, In Vino Veritas, Mary W, Querido Leitor, Vi o mundo do jornalista Luiz Carlos Azenha e Portal Imprensa.

Lila


Wilson’s Back

17 outubro, 2008

Talvez este seria o melhor título para um episódio memorável de House. Como sempre o episódio começa fora do hospital, quando uma chinesa volta à terra natal a procura de seus pais biológicos que tentaram um infanticídio a mais de 25 anos. Lá ela tem sintomas de uma doença desconhecida e foi levada para os cuidados do melhor médico que conhecemos. No meio da discussão sobre o que a paciente teria, um dos membros diz: “House, sua mãe ligou para avisar da morte de seu pai, ela o está esperando para o enterro”.
A frase me deixou mais de queixo caído que o próprio House que nem se quer pestanejou em querer continuar discutindo o caso. A incredulidade dos membros e talvez de nós expectadores com a reação de House deve ter sido a mesma. Afinal de contas eu nunca me perguntei isso, quem são os pais dele e porque nunca comentaram a respeito deles na série?
Alguns minutos depois, Cudy aplica uma injeção em House com desculpa de que será uma espécie de vacina para não pegar nenhuma infecção que possa ter vindo da chinesa. Eis que pouco tempo depois ele cai no chão desmaiado e surpresa, ele acorda no carro de Wilson que faz uma cara de anjo da guarda que até parecia um sonho. Mas não era, foi tudo um plano para que nosso médico favorito fosse levado ao funeral de seu pai.
No caminho House apronta pra não ser levado a força, não somente uma mas várias, começando pela mais simples, falou que queria ir ao banheiro, quando saíram do carro ele conseguiu fazer com que Wilson deixasse a chave do carro cair no bueiro. Nada que após alguns diálogos de sarcasmo a chave é recuperada e segue a viagem. Logo após o rabugento conseguiu fazer Wilson acelerar demais o carro e ser preso por um policial que os leva para a delegacia.
Então vem talvez uma das maiores surpresas da temporada, explicaram como os dois amigos se conheceram e não foi de um jeito nada convencional. O policial ficou intrigado com a história dos dois então eis que vem a grande revelação. Os dois nem se conheciam, só que Wilson após uma briga de bar foi preso, e House que estava entediado com a convenção que os dois participavam viu que o jovem médico tinha potencial como amigo e pagou a fiança dele, e assim se tornaram amigos.
Após a revelação foram liberados, e seguiram para o funeral. Chegando lá House fala, sei que ele não é meu pai, quando eu tinha 12 anos de idade falei isso pra ele e ficamos 2 meses sem falar nada um pro outro, Wilson fica besta com a revelação e tenta convencer que seu amigo estava errado, mas House consegue pegar uma amostra de DNA de seu suposto pai.
Os dois brigam novamente, mas o resultado é inesperado e eles percebem que a amizade deles é inabalável e que acima de tudo são feitos um para o outro. Então num restaurante de beira de estrada começam um braimstorm e chegam a conclusão do que estaria acontecendo com a chinesa. Como sempre a genialidade de House com a perspicácia de seu “Watson” resolve mais um caso. E no fim divulgam o resultado do exame de DNA, realmente House estava certo aquele não era seu pai, sua mãe mentiu pra ele a vida inteira. E talvez esta seja uma das causas da amargura que permeia a vida do Dr. Gregory House.


Fórmula 1 em Brasília

11 outubro, 2008

Neste sábado, 11 de outubro, a Red Bull Racing, RBR para os chatos da Globo fez uma demonstração na esplanada dos ministérios. Como não poderia deixar de ser o evendo levou mais de 80 mil pessoas que estavam loucas para ver um Fórmula 1 de perto, e cá entre nós foi uma experiência diferente, pois deu uma leve amostra do ambiente que cerca as corridas de automobilismo. Claro que o excesso de pessoas e a demora pra começar o evento sempre incomodam a maioria das pessoas, mesmo pq sempre vai muita criança. Por falar em criança, duas me chamaram atenção quando os carros passaram em frente onde eu estava. Uma tampou o ouvido e outra começou a chorar. Creio que uma corrida nas ruas de Brasília causariam mais efeitos que estas corridas estilo Cingapura que de legal mesmo só teve o fato de ser realizada durante a noite.

Abaixo algumas fotos bacanas do evento, lembre-se, para aumentar basta clicar nas mesmas.


Agora é encarar o TRT – GO

10 outubro, 2008

Socorro, não estou sentindo nada… Nesse momento me vem à cabeça essa música, como a conheci, na voz de Gal Costa. Domingo tenho concurso para o TRT 18ª Região – Tribunal Regional do Trabalho, região de Góias. Ao contrário de outros concursos, não fiquei uma pilha de nervos nos dias anteriores. A prova é daqui a dois dias e não estou ansiosa, nervosa, nada.

Definitivamente, eu sou de lua, pois, como disse no último parágrafo desse post meu padrão era ficar nervosa nos dias anteriores e bem calma no dia da prova. Será que o dia da prova vai ser igual à prova do STJ, em que vou estar nervosa fazendo a prova? A diferença é que para o concurso do STJ, fiquei nervosa durante toda a semana anterior, ansiosa, irritada, com insônia. Dessa vez, nem insônia tive.

Meu namorado, que é super racional no dia a dia, nessas horas fica supersticioso. Na dia da prova do STJ, liguei para ele e falei que, diferente das outras vezes, dessa vez estava nervosa, e ele falou: Sinal que você vai se dar bem. Agora, quando falei que não tive nenhum “sintoma” de ansiedade nos últimos dias, ele disse somente: Que bom!

E tem outra, se for nomeada no TRT, terei que me mudar para Góias, provavelmente para Goiânia. O Faber já disse que vai junto. E para isso, teremos que nos casar. Já temos 2 anos e meio de namoro e amigos e familiares vivem jogando indiretas. A essas cobranças, o Faber sempre responde: “está mais perto que longe.” Aliás, estamos só esperando eu ser aprovada em algum cargo, para marcarmos a data.

Usamos alianças de compromisso desde os 6 meses de namoro, aí está a foto do dia que as compramos. Se tivermos que ir para Goiânia, seriam algumas mudanças bem grandes: geográfica, de ocupação e de estado civil.  Gosto de Goiânia mas AMO Brasília, tenho muito mais elogios que críticas a essa cidade, já moro aqui há 9 anos, sei me virar muito bem aqui. Lá seria o início de novas rotinas, um novo ciclo em nosas vidas.

Lila

 


Dr. House: Elementar meu caro Wilson

6 outubro, 2008

House é a série que talvez cause mais estranheza para os não iniciados, pois quem vê pela primeira vez acha que é uma série médica qualquer. Acham que é um genérico de uma ER, ou uma série que quer pegar carona no sucesso de Greys Anatomy, por exemplo. Aliás não culpo quem houve falar de House e tenha esta visão. Ao contrário destas outras o protagonista Dr. Gregory House é na verdade alguém que guia completamente a série, ele é quase mitológico dentro de seu universo, é uma verdadeira referência tanto no ramo da infectologia quanto no que diz respeito ao sarcasmo, ao cinismo, a teimosia e a falta de paciência com sua equipe médica e principalmente com os pacientes, o que muitas vezes é fundamental na solução de casos, pois faz com que eles contem a verdade e faça com que seja descobera a real causa.

Em sua quinta temporada creio que a série esteja cada vez mais madura, fazendo com que o drama seja cruzado com a comédia de uma forma muito sutil e eficiente. Muitas vezes comparo House com o dono da bola, que faz e acontece, mas que não pode ser contrariado pois pode ir embora e deixar todo mundo na mão. No fim da quarta temporada tivemos a cisão mais sentida da série, pois após a morte de Amber “Bitch” que foi ajudar House com suas bebedeiras e acabou sofrendo um acidente, Wilson cansou e culpa House pelo que houve desta maneira resolveu chutar o pau da barraca e se ver livre do ambiente carregado do Princeton-Plainsboro Hospital.

Aí começa a quinta temporada onde House tem de reconquistar a amizade do amigo, e ao mesmo tempo resolver casos cada vez mais estranhos. Na tentativa de conseguir novamente a amizade de Wilson, House contratou um detetive para seguir os passos dele e assim ter o controle da situação. O detetive também investiga os demais personagens da série, incluindo  toda  equipe médica o que faz aumentar seu arsenal de sarcasmo na hora das discussões sobre possíveis doenças, que diga-se nunca é Lupus. Outro nó que promete ser desfeito é o relacionamento com Cuddy, a sua patroa, e amiga de House desde os tempos da faculdade, eles tem um  relacionameto  temperado com  ciúmes, segredos,  desrespeito por parte dele o que ocasiona sempre situações engraçadas, mas apesar de tudo existe sempre uma química muito grande quando se trata dela proteger o médico quando ele é processado ou ameaçado por alguém. Agora é esperar os próximos episódios do Sherlock Holmes das séries médicas.


Links

5 outubro, 2008

Poucos links, só para não passar batido:

Para aqueles que vivem reclamando que tudo no exterior é melhor, que nos EUA as pessoas participam mais das decisões políticas (rá!), que tudo é importado é melhor: Democracia American Style.

Explicando a crise americana, como uma anedota de buteco:
Explicando a crise americana

Gracinda, ex-manequim brasileira afirma ter sido vizinha e ter namorado o candidato a presidente do EUA, John Mccain A ex namorada brasileira do McCain

Os clichês presentes em quase todas novelas: Top 10 Clichês de novelas

Quando a vaidade ultrapassa todos os limites, matéria sobre excesso de cirurgias plásticas: As aparências não enganam

Acho que por hoje é só.

Lila